Adriana Lacerda, Professor
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Adriana Lacerda

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Adriana Lacerda, Professor
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Comentário · ano passado
Comprei linguiça calabresa de uma famosa empresa brasileira.
Estava com visitas em casa e fui preparar pizza para comermos. A massa no forno para pré assar, começo o corte dos gomos. Bem fininho. Do meu lado, estava uma convidada, que estava ali para me dar "apoio", já que falei que não era necessário ela cozinhar.
De repente vejo algo meio escuro e, arredondado, no meio da linguiça. Parei de cortar na hora, verifiquei a fatia que havia cortado antes e ela estava manchadinha. Abri mais e vi um inseto. Não sei qual espécie era, mas era meio nojento e viscoso e estava NO MEIO do gomo! Isso é defeito de fabricação! A embalagem estava lacrada, não comprei a granel, para culparem mal armazenamento no supermercado. Ela veio assim da fábrica.
Não comi... mas será que não comi? Se dei "sorte" de achar esse inseto no tamanho grande, quem garante que pequenos insetinhos, restinhos de patas, asas e entranhas não estavam camuflados pelo gomo? Será que foi só nesse?
Pedi mil desculpas às visitas. A pizza de calabresa foi cancelada. Só restou a de queijo muçarela e a vergonha que passei.
Reclamei no 0800 da fabrica, enviei fotos por e-mail. Pediram mil desculpas e que eu entregasse o gomo "contaminado" à pessoa que iria retirá-lo na data previamente agendada.
Nunca mais comprei linguiça dessa empresa. Nenhuma. Se fui "premiada" com um gomo, vai saber a higiene do resto da fábrica?
Valia a pena processar? Não. Quem sou eu perante uma empresa que exporta para vários países?
Era bem capaz de me processarem por "inserir" um inseto na linguiça para levar vantagem.
Adriana Lacerda, Professor
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Comentário · há 2 anos
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Comentário · há 2 anos
E quando o advogado fica doente, coloca um parente, também advogado, como procurador e esse procurador do advogado doente se torna responsável, por meio dessa procuração, por vários processos que já foram ganhos até na esfera do STJ, após várias instâncias, recebe o valor ganho na causa, embolsa o dinheiro, transfere todos os bens para outros e morre? O procurador do procurador , ou seja, o advogado que foi contratado pelo advogado doente embolsou tudo! O falecido, não possui nenhum bem passível de inventário, já que tudo foi transferido para o nome de outras pessoas da família. E a OAB lava as mãos, diz que devemos confiar no advogado do advogado, que agora cuida das ações. Infelizmente, todo o processo está no nome do falecido, e não podemos processá-lo... E o advogado que ficou cuidando dos casos do falecido? "Nada podemos fazer" .
Um golpe perfeito, não?
Por que não se paga apenas com o advogado e o cliente do lado? Sem cliente, não recebe... que tal? Evitaria esses roubos descarados que são absurdamente comuns no Brasil. E a OAB só diz que "nada pode fazer". E ainda escuto "ele era um senhor muito honesto" Não troquei de advogado quando soube que estava doente porque a OAB falou que poderia confiar no advogado que estava cuidando do caso, que receberia tudo, só aguardar. Confiei e não recebi nada, nem tenho esperanças de receber, pois o único local que poderia me auxiliar "nada pode fazer". Outro advogado foi contratado, depois de muito procurar, pois há um certo "medo" de processar o "colega", ainda mais um advogado conhecido e outro que é ligado com a política local.
"...a conduta dos advogados deve ser absolutamente clara e honesta" . Confiei nessa premissa. O que ganhei? Um calote e a desconfiança de que uma entidade que se diz honesta não é tão honesta e isenta como diz. A OAB não me auxilou, pelo contrário, ajudou o advogado do advogado a ficar uns 100 mil reais mais rico.

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